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Um Entrecot contra todos!!!!

Quarta-feira, 18 de julho, final de expediente frio e úmido na Enoteca dos Mercadores de Vinhos em Gramado-RS. Enquanto finalizava alguns e-mails, pensava que teríamos ainda uma longa semana de compromissos, reuniões e visitas até chegarmos ao domingo, quando pretendia poder comer uma carne mal passada, acompanhada de um bom vinho tinto.

Eis que ao meu lado, meu sócio Cristiano faz crispar a fagulha que fez de uma semana comum, uma oportunidade especial. – Que tal a gente fazer amanhã a noite um Entrecot bem Jugoso e chamar os Freaks para nos acompanhar?? – senti-me tal qual um cachorro que analisa da calçada os galetos sendo lentamente assados em uma padaria qualquer…a boca cheia de saliva já indicava o que o meu cérebro obrigaria que saísse da minha boca em seguida – Claro!!! Estarei lá…

E a quinta não passava…sabe aqueles dias em que chega a meia noite, mas não chega as 19hs?? Pois era essa a impressão, os ponteiros se mantinham em câmera lenta e a enxurrada de torpedos e e-mails dos confrades desesperados para iniciar os trabalhos deixavam a coisa ainda mais cruel…

Fechei a loja e me dirigi à casa do confrade com um misto de alegria e preocupação. Será que os vinhos que havíamos separado para degustar seriam adequados para o famoso Lomo mal passado do Cris?? Haviam algumas apostas certeiras e algumas coisas que sabíamos que seriam difíceis de harmonizar…mas a presença dos amigos e a oportunidade de provar uma carninha assada na churrasqueira em pela quinta já era suficiente pra valer a noite.

Provamos diversos rótulos, iniciando com dois brancos, o Alentejano Regia Colheita 2010 (uvas: Antão Vaz, Arinto, Perrum, Síria), com boas notas frutadas e um leve toque tostado, muito harmônico e com uma bela acidez e longo final) incrível custo x benefício. Passamos então para o Chardonnay mendocino El Enemigo do enólogo Alexandre Vigil (Catena), um branco untuoso, com uma cremosidade muito interessante, vivo, aromático e aveludado. Belo vinho para quem pretende desembolsar cerca de R$ 100,00. Eles receberam um belo queijo parrillero e pães quentinhos com azeite de oliva como companhia.

Alguns dos vinhos da noite, juntamente com minhas taças ainda esperando a chegada do Lomo Jugoso!!!

Partimos então para os tintos, abrindo um Tannat nacional, da vinícola Torcello no Vale dos Vinhedos-RS, bom custo benefício, mas na minha opinião, fraquinho pra aguentar o entrecot, ele foi seguido pelo bom  Português JP Azeitão da Quinta da Bacalhôa (uvas:Castelão, Aragonês e Syrah) que mostrou um nariz bem discreto de frutas frescas e boca semelhante, taninos domados e acidez na medida para o corpo leve…acho que ficará melhor se servido mais gelado que o habitual, mas tb não aguentou o tranco do lomo jugoso do Cristiano Ribeiro. Seguindo o baile provamos o bom Cabernet Sul-Africano Fleur du Cap de cor rubi escura com aromas que me lembraram café e um frutado na linha do Cassis na boca se mostrou cheio e redondo, com os taninos elegantes que são a marca registrada do país africano seguido por um toque de especiarias e madeira….o primeiro que suportou o tranco da carne que trazia uma pontinha de defumado na boca…

Mas, pra fechar a noite faltavam ainda duas bombas de Mendoza, o El Enemigo Bonarda e o Las Perdices Bonarda. O primeiro saiu espesso da garrafa, com fruta madura em compota no nariz e um toque herbáceo e de especiaria.Na boca a uva me pareceu bem domada, com taninos elegantes, mas com persistência um pouco abaixo da minha expectativa. Já o Las Perdices Bonarda caiu como uma luva, com fruta e pimenta se degladiando no nariz, junto com um caramelado da madeira, na boca estava nervoso, como deve ser um vinho de Bonarda do novo mundo… Mostrava ainda taninos deliciosamente bem resolvidos que reabriam o apetite a cada nova garfada na posta mal passada – para mim o vinho da noite com a carne e sem a carne!!!

Os Entrecots instantes antes de vir para a mesa!!!

 

 

Depois disso fechamos a noite com belos charutos Montecristo número 4, acompanhados de Brandy e vinho Madeira e, é claro, de piadas do Lee, tiradas especiais do Serginho, comentários ácidos do Gordinho e umas pérolas do Jonas…na ponta da mesa, com um puro esfumaçante na mão, Cristiano não conseguia esconder a satisfação de ver que nada restava das 3 peças de carne bovina compradas há pouco no Gallas.

E eu, já tomado pela nostalgia alcoólica recordava de uma frase dita por um amigo em um churrasco numa bela noite de lua cheia em Mendoza no início do ano. – Que vida de mierda!!!!

 
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Publicado por em 20 de julho de 2012 em Bobagens, Dicas, Notícias, Novidades

 

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Os vinhos do Veneto: Valpolicella, Amarone, Bardolino e Soave

O Vêneto é uma das regiões vinícolas mais importantes da Itália. No que se refere à área plantada e produção fica apenas um pouco aquém das principais produtoras do país, a Sicília e a Apúlia, mas no que se refere ao renome de alguns dos seus vinhos ganha com folga dos seus dois concorrentes do Sul da Itália.

No que se refere à reputação e qualidade dos seus vinhos, a região é marcada por um desnível evidente entre a parte oriental e a parte ocidental. Enquanto a província de Verona, produz vinhos como o Soave, o Valpolicella, o Bardolino e o Amarone (Alguns dos mais famosos e consumidos vinhos italianos), praticamente ninguém conhece os vinhos de Berganze, Colli Berici, do Vale do Piave ou de Lison-Pramaggiore. Apenas o Prosecco se afirmou como uma ilha isolada na parte oriental da Região.

Vamos conhecer só um pouquinho (ou melhor, um átimo como dizem os italianos) das mais importantes denominações do Vêneto:

  • Valpolicella: Nas encostas dos Pré-Alpes, a norte de Verona, crescem as uvas utilizadas para a fabricação de um dos mais famosos tintos da Itália, o Valpolicella. Trata-se de um corte das uvas Corvina ou Corvinone, Rondinella, Molinara e pequenas quantidades de outras variedades locais. Tem um aroma que lembra frequentemente cerejas e um sabor seco, frutado e não muito intenso. Os melhores vinhos são feitos com uva da zona Clássica, ao redor de Fumane, Negar e San Pietro. É na minha opinião um dos melhores para acompanhar pratos de uma bella pasta!!!

Vinhos como esse Valpolicella DOC 2000 de Giuseppe Quintarelli recebem notas altíssimas de avaliadores de todo o mundo.

  • Amarone: O Amarone é um dos vinhos italianos mais fortes, pesados e alcoólicos. Depois de colhidas, as uvas de Valpolicella são penduradas ou espalhadas em locais bem arejados e deixadas para secar durante dois ou três meses. Esse processo de secagem faz com que o vinho fique extremamente concentrado e com um percentual alcoólico que pode atingir os 16 pontos. Um Amarone bem feito tem aroma intensos e um sabor extremamente pronunciado e pode amadurecer na garrafa durante longos anos. A variante doce do Amarone, conhecida como Recioto é do ponto de vista histórico muito antiga, mas quase não se fazem mais vinhos desse tipo na região.

 

  • Soave: O mais conhecido vinho branco italiano provém de uma região vinícola sutuada a leste da cidade de Verona. É produzido com uvas Garganega, Trebianno di Soave bem como Chardonnay e Borgonha branca e é particularmente bao como aperitivo, para companhar peixe ou marisco. As diferenças de qualidade entre os vinhos de diversos produtores padem ser incrivelmente surpreendentes. Os melhores exemplares provêm, de modo geral, das encostas da Zona Clássica nas regiões de Soave e Maonteforte.

 

  • Bardolino: Esse tinto leve e frutado tem origem nas margens do lado sudeste do Lago de Garda. é feito em princípio, com as mesmas castas que o Valpolicella. Infelizmente existem pouco produtores que fazem vinhos de qualidade superior. Em bons anos, estes vinhos muito agradáveis de beber são ótimos acompanhantes de um peixe frito, além de pratos de massa e carne de vitela.

Agora é só começar a provar os melhores do Norte da Itália….em breve mais regiões e vinhos desse incrível país.

 
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Publicado por em 3 de dezembro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Vinho e comidas apimentadas: Dá pra combinar?

Meu amigo Felipe Carrara, leitor assiduo do Blog dos Winefreaks me apresentou mais um questionamento interessante nessa semana e achei por bem compartilhá-lo com todos vocês. Afinal de contas, é possível casar bem os vinhos com comidas apimentadas?

Até bem pouco tempo atrás, frequentemente ouviríamos um enfático NÃO, mas hoje em dia, culinárias como a Japonesa, Chinesa, Mexicana, Tailandesa e Indiana tem casamentos bastante interessantes com os mais variados tipos de vinhos.

Para sermos práticos vamos à algumas linhas básicas que vão nos nortear para as escolhas mais acertadas:

  • Comidas apimentadas apresentam sensação de ardência ou calor marcantes, para acompanhá-las precisaremos buscar uma refrescância à esse ataque na lingua, nisso os brancos leves, frescos e frutados são campeões;
  • Minha primeira opção pode parecer meio fora de moda, mas sugeriria bons vinhos alemães de Riesling e Gewürztraminer pois sua doçura e brilhante acidez ligam muito bem com pratos mais condimentados. Os brancos da Alsácia (que seguem os mesmos princípios e castas são a opção mais classuda…).
  • Um Shiraz branco, um Pinot Grigio também costumam casar muito bem com comida picante; um Savignon Blanc poderá ser uma ótima opção, especialmente se for para acompanhar comidas que tenham limão ou vinagre. Um jovem Syrah funciona  muito bem, especialmente para acompanhar comidas muito aromáticas como a comida Indiana.
  • O gengibre,oniporesente nos pratos indianos, thais e chinesss, fica delicioso com um bom vinho verde de Portugal, Riesling e Pinot Grigio, muito bom também com Gewürztraminer, Sauvignon Blanc da Nova Zelândia e Soave da Itália, e bom com uma série de outros brancos franceses, italianos, espanhóis e sul-africanos.
  • Tal como os pratos picantes, o sushi pede vinhos brancos leves com um toque de doçura frutada, ou um vinho tinto leve e baixo em taninos.
  • Já na cozinha mexicana, vou ousar um pouquinho pois apesar de tão condimentada quanto a oriental, pode se dar muito bem com vinhos tintos de bom corpo, como um Rioja, um Syrah, um Malbec ou um Zinfandel.
  •  Cuidado com taninos muito marcados e vinhos muito encorpados pois eles podem aumentar a sensação de calor e transformar seu jantar num incêndio…

Agora é só iniciar os testes!!! E lembrando que a combinação vinho e pimenta é pra lá de afrodisíaca…tratem de estar preparados e bem acompanhados…

Saudações Freaks à todos!!!!

 
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Publicado por em 30 de novembro de 2011 em Bobagens, Dicas, Notícias, Novidades, Técnicas e conceitos

 

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Vinhos e gastronomia da Itália: Características e regrinhas básicas

Como o encontro do mês de dezembro dos Winefreaks terá a Itália como tema, resolvi escrever um pouco sobre a comida mais incrível e simples do mundo e também sobre os vinhos mais gastronômicos que conheço.

Como sabemos, os pratos italianos geralmente tem um sabor muito pronunciado, o que requer como acompanhamento um vinho também muito marcante. Por isso mesmo, de modo geral, os (bons) vinhos italianos são o sinônimo de vinhos de bom corpo (o que vai ser motivo de festa para os nossos confrades B.A e H-Lee).

 

Vamos à alguns casamentos interessantes:

  • Pratos de carnes escuras, como a de coelho, cordeiro, cabrito, boi, porco, precisarão de um vinho tinto encorpado, como o Barolo.
  • Para acompanhar as massas, um tinto de corpo médio, como o Chianti é simplesmente incrível…coisa de cinema.
  • Para aves e peixes, os brancos secos, como o Soave.

Seria muito fácil sugerir harmonizações se fossem considerados somente alguns pratos e algumas cepas de uvas e tipos de vinificação, mas ao considerarmos que na Itália existem cerca de 4 mil tipos de vinhos e um sem número de uvas autóctones…a coisa fica bem mais difícil e também bem mais interessante pra provar, testar e analisar (o que pros freaks é mesmo um prato cheio!!! rs).

Poucas opções de vinhos né...

A partir de hoje vamos procurar tratar diariamente sobre temas relacionados aos vinhos italianos, além de apresentar opções de harmonização, ícones regionais, boas compras e dados sobre uma dos países mais incríveis do mundo.

Pra fechar esse post, um pouquinho do que veremos pela frente.

Alguns dos vinhos italianos mais conhecidos:

Nome Tipo Região
Brunello tinto Toscana
Chianti tinto Toscana
Barolo tinto Piemonte
Barbaresco tinto Piemonte
Bardolino tinto Vêneto
Valpolicella tinto Vêneto
Soave branco Vêneto
Orvieto branco Úmbria
Verdicchio branco Marche
Malvásia branco Puglia
Trebbiano branco Emilia-Romagna
Vermentino branco Sardenha
Frascati branco Lácio
 
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Publicado por em 22 de novembro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Vinhos feitos com a uva Pinot Noir: Com o que combinam???

Aproveitando que estamos no mês da Nova Zelândia aqui no blog dos Winefreaks vamos tratar da harmonização de uma das uvas emblemáticas desse país – a Pinot Noir – que encontra em algumas das regiões desse território um dos poucos terroirs que conseguem produzir vinhos realmente bons além da Borgonha.

Pinot Noir: eita uvinha complicada!!!!

Os vinhos feitos dessa uva são objeto de discussões acaloradas entre os entusiastas do vinho, por produzir vinhos incivelmente elegantes e muito delicados nos aromas e sabores nos bons casos e, nos casos ruins produzir vinhos completamente sem graça. Além disso, em geral tem um custo elevado, mesmo nos casos de rótulos duvidosos.

Considerando que teremos bons representantes entre os neozelandeses, vou buscar auxiliar o nosso Chef Guilherme Sperry (que será novamente o responsável pelo menu confiança da noite) na busca de algumas harmonizações interessantes.

Nas entradas:

Nessa parte é bem tranquilo…os vinhos de Pinot Nois combinam extremamente bem com quase todos os embitidos, com os queijos amarelos não muito fortes além das azeitonas e do foie gras.

Nas Saladas:

O Pinot Noir é um dos poucos vinhos que consegue combinar bem com espinafre (de toda forma, melhor tê-lo como ingrediente e não como o principal – acrescentar manteiga e/ou parmesão ajuda bastante dando mais equilíbrio. Evitar saladas com muito tempero e dosar bem o vinagre é essencial.

Nos Pratos Principais:

Salmão, Pato, Cordeiro, Porco, Carnes bovinas leves e sobretudo aves de caça combinam muito bem com a Pinot Noir, mas cuidado com o tempero e os molhos muito elaborados… o Coq-au-Vin (frango cozido ao vinho – prato típico da Borgonha) casa como uma luva com vinhos dessa casta.  Gosto muito também com um Boeuf a bourguignon…mas só no caso de vinhos realmente bons!!!!

Pato e Pinot Noir...uma combinação incrível!!!

Para os amigos de minas e do Centro-Oeste, uma Galinha com Pequi é ótima pedida. Para quem está na Serra, é perfeito para companhar os fondue de carne e queijo.

Fondue e Pinot Noir...combina e muito!!!!

Agora é só testar as opções e nos relatar aqui no blog….Bom apetite!!!!

 
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Publicado por em 3 de novembro de 2011 em Dicas, Notícias, Técnicas e conceitos

 

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Sugestão de Harmonização – Casa Silva Microterroir Carmenère 2006

Acabo de receber uma mensagem da minha amiga Anne Grahl Muller e do seu esposo Rafael Zimmerman (ou melhor, o Vermelho). Eles comemoram hoje, um ano em sua nova casa em Canela e resolveram comemorar em grande estilo – vão abrir uma garrafa do Casa Silva Microterroir Carmenère 2006. O desafio dos Winefreaks será o de buscar harmonizações interessantes para o jantar à dois que está previsto para hoje.

Anne e Vermelho…a dupla sempre com uma tacinha na mão!!! rs

Sou suspeito para falar sobre o vinho, pois é o melhor Carmenère que já provei e, além disso, foi a minha maneira de agradecer (e de pagar os honorários advocatícios) para a Anne por sua ajuda em uma queixa contra uma empresa que nos havia causado problemas no final do ano passado.

Somente para deixar os demais leitores do blog com vontade de prová-lo, o vinho é muito encorpado, suculento a ponto de podermos mastigá-lo, é muito equlibrado e tem uma elegância difícil de se achar nessa casta.

Possui intensa cor vermelho-rubi com tonalidades violáceas, aroma de frutas vermelhas e pretas, com toques de café, no paladar reforça as notas de frutas vermelhas maduras, especiarias e com um leve toque de pimenta preta (que é um defeito comum nos vinhos da uva Carmenère, mas que nesse vinho é até interessante). O final é longo e demorado.

Grad. Alcoólica (Vol.): 14,5%

Safra: 2006

Origem: Los Lingues, Valle de Colchagua, Chile.

Maturação: 100% do vinho é envelhecido em barris de carvalho francês por 12 meses.

Agora começa a parte difícil…combinar esse vinho com a comida, considerando as especialidades da Anne (o que ajuda pois ela cozinha de tudo e muito bem!!!).

Minhas sugestões de Harmonização com o Casa Silva Microterroir Carmenère 2006

  1. Um bela paleta de ovelha assada no forno, temperada com algumas ervas e, principalmente alecrim, vai ficar muito bom, somado a um risoto de açafrão (milanese) ou de queijos, vai ficar muito bacana (só não recomendo usar o espinafre no risoto pois pode dar um sabor metalizado junto com o vinho).
  2. Outra opção que me veio à cabeça é um risoto de abóbora com carne-seca ou
  3. Uma bela costela de gado no forno com batatas, cebolas e alho…com aquele toque do alecrim.

Se quiser abrir os trabalhos com um queijinho, recomendo o gouda e o parmesão.

Aproveitem bastante a noite…

Para fechar o post, uma foto de toda a galera na casa deles…tomando vinho!!!!

Anne e Vermelho no centro da foto: ele, obviamente é o ruivo... e ela está logo acima dele.

Saúde!!!

 
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Publicado por em 1 de novembro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades, Técnicas e conceitos

 

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Hoje é dia de Pizza!!! Sugestões Winefreaks de vinhos que vão acompanhá-la por até R$ 100,00…

São 19:30 de segunda-feira…após o dia corrido fiquei com uma vontade enorme de comer uma pizza bem crocante e quentinha…estou pedindo 1/2 Marguerita 1/2  calabresa…Enquanto ela não chega, vou postar algumas opções que casam como uma luva com essa fantástica iguaria italiana que podem ser compradas on-line no site da Vinci – www.vinci.com.br .

Uma Pizza quentinha...quem resiste?

  1. Valpolicella Clássico 2006 (Guerreri-Rizzardi) – R$ 62,00
  2. Venta Mazzarón Tempranillo 2007 (Viñas del Cenit) – R$ 97,00
  3. Angheben Barbera 2008 (Angheben) – R$ 64,00
  4. Finca Sobreño 2007 (Finca Sobreño) – R$ 49,00
  5. Governo 2008 (Castelare di Castellina) – R$ 75,00
  6. Camenge Crianza 2006 (Comenge) – R$ 95,00
  7. Cotes du Roussillon Villages 2005 (Hecht & Bannier) – R$ 90,00
  8. Armando Bonarda 2008 (La Posta) – R$ 42,00
  9. Tegole Toscano IGT 2007 (Piccini) – R$ 35,00
  10. Robertson Pinotage 2010 (Robertson Winery) – R$ 34,00
  11. Terra Andina Merlot 2008 (Terra Andina) – R$ 34,00

Pizza com vinho...com certeza combina melhor que Guaraná!!!

Boa Pizza com vinho para todos nós!!!

 
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Publicado por em 31 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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