RSS

Arquivo da tag: San Rafael

Agora só os campeões!!! O melhor tinto, branco, rosé e fortificado da viagem à Argentina

Após discussões acaloradas, defesas heróicas dos rótulos prediletos e muita paciência, finalmente temos a lista final dos vinhos campeões eleitos pelos Winefreaks. Vamos à eles:

Melhor Tinto Geral:

Carinae Prestige 2008. Um tinto elaborado com 70% Malbec / 25% Cabernet / 5% Malbec. Crianza de 18 meses em barricas de carvalho Frances novas. Podemos dizer que fechamos a degustação dos tintos com chave de ouro, a crescente foi incrível, este Prestige no nariz inicia discreto mas com a aeração abre-se para lindos aromas de cassis, frutas vermelhas cozidas, toques mentolados. Na boca estava perfeito, não apresentou arestas, muito equilíbrio e força em sinergia. Final de boca longo e agradável. Foi o melhor vinho degustado em toda a viagem!!!!

Melhor Branco Geral:

 Las Perdices Sauvignon Blanc Fummé 2010. Quando pensávamos que mais nada poderia melhorar Carlos nos surpreendeu novamente, nos fez degustar um Sauvignon Blanc com passagem  e fermentação em barricas de carvalho. Se no Sauvignon Blanc varietal faltava um pouco de estrutura neste sobrava. A integração entre fruta e madeira é impressionante, normalmente não gosto do Sauvignon Blanc com carvalho mas me curvei para este. E foi a opinião geral do grupo. Perfeito. Pena que ainda não está no Brasil.

Melhor Rosé Geral:

Alfredo Roca Merlot Rosé safra 2011. Já conhecíamos este vinho das safras 2009 e 2010, mas confesso que não nos impressionava muito. Esta safra 2011 veio com uma proposta completamente diferente. A sensação é que estávamos degustando um verdadeiro Provence Rosé. Sua cor esmaecida, casca de cebola já indicava um vinho bem vinificado. Nariz com aromas muito sutis de pétalas de rosas, frutas vermelhas e um toque de cassis. Na boca perfeito, frescor, jovialidade, leve amargor no final de boca tão esperado, muito bom, excelente surpresa.Provavelmente foi um dos melhores roses sul americanos degustados nos últimos tempos.

Melhor Fortificado Geral:

Las Perdices Ice Malbec. Um vinho licoroso 100% Malbec com uvas colhidas tardiamente quase em condição de passa. Com um teor alcóolico de 11,5% e 170 gr de açúcar residual este licoroso vem  ser uma proposta bem interessante para os amantes deste tipo de vinho. Segundo a explicação do enólogo Carlos “o esfriamento constante das uvas por vários dias, atingindo temperaturas inferiores a -8ºC, temperatura na qual começa a cristalizar a água formando cristais de gelo. Após a prensa é obtido um mosto de caraterísticas únicas, com uma relação uva/vinho de 8 kg por litro”. Para nós, um rosé licoroso com aromas de frutas vermelhas frescas, morangos secos e geléia. Na boca uma primeiro ataque macio, quente, mas com uma acidez muito gostosa para equilibrar. Sem dúvida tomá-lo gelado.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 19 de março de 2012 em Bobagens, Dicas, Notícias, Novidades, Técnicas e conceitos

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A saga dos Winefreaks na Argentina chega ao seu final…reflexões, números, curiosidades e as previsões para as próximas aventuras em 2012.

Após 5650 km de estradas percorridas no Brasil e na Argentina, com um consumo de aproximadamente 570 litros de óleo diesel, duas correias trocadas e alguns percalços com a extremamente corrupta polícia rodoviária argentina, poderíamos dizer que a viagem foi um tanto exaustiva, um pouco arriscada e, algumas vezes, até uma provação. Mas isso só teria valor se desconsiderássemos a impressionante marca de 111 amostras diferentes de vinhos incríveis que degustamos na Bodega Alfredo Roca em San Rafael, na Salentein e Bodega La Azul em Tupungato, na Viña Las Perdices, Finca La Anita, Bodega Barberis, Bodega Carinae, Nieto Senetiner e Serrera Vinos em Mendoza, além das dezenas de outras garrafas consumidas na companhia de pratos incríveis dos mais de 20 restaurantes que experimentamos ao logo do trajeto.

Na cava de vinhos antigos da Nieto Senetiner...eles não sabiam o risco que estavam correndo!!!

A miríade de aromas e sabores, temperada pelo terroir argentino, com suas nuances de clima, altitude, solos, técnicas de vinificação e, sobretudo, de pessoas e da alma mendocina se apresentaram em uma experiência única e inesquecível.

Hospedamo-nos em pousadas luxuosas e hospedarias de beira de estrada, em hotéis econômicos e em redes internacionais, sendo 1 noite em Santa-Fé, 2 noites em San Rafael, 1 noite em Tupungato, 7 noites em Mendoza, 1 noite em Federal e 1 noite em Livramento.

Além dos vinhos, incríveis paisagens naturais e construtivas como a visão dos pampas argentinos, a travessia pelo túnel que cruza o Rio Paraná com quase 3 quilômetros de extensão e mais de 30 metros abaixo do fundo do rio, as estradas com retas quase infinitas acompanhadas de desertos imensos de ambos os lados, e do Parque Provincial Aconcágua, base da montanha mais alta das Américas: o Aconcágua também abrilhantaram o roteiro.

Foram 13 dias descobrindo na prática aquilo que dizia em latim, o filósofo Gaius Plinius Secundus na mensagem “In vino veritas” numa das primeiras tentando de traduzir o abstrato sensorial para a ótica da poesia.  “No vinho, a verdade”.

Composto de humor líquido e luz, o bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria. Merecido nas vitórias e necessário nas derrotas é composto de líquido e luz, dando palavra aos pensamentos e alegrando o coração do homem. E, sem sombra de dúvida, o vinho é o melhor lugar para se encontrar amigos.

Galileu, Shakespeare, Napoleão, Goethe, Samuel Johnson e Arruda certamente concordarão conosco.

Os Winefreaks prontos pra próxima aventura!!!

Cristiano Ribeiro, Enzo Arns, Jonas Lunkes, Leandro Sperry e Isac Azevedo são os Winefreaks. A viagem foi apoiada pelas seguintes empresas: Prefeitura Municipal de Canela, Brocker Turismo, Guimarães- Griffe em Imóveis, Super Carros, Harley Motors Show, Museu de Cera, Hollywood, Auxiliadora Predial – Casa da Serra, Santé Atividade Corporal, Ecoparque Sperry, Restaurante Bergamota, Agência Viajar Melhor e Mercadores de Vinhos. O Jornal Integração e a Revista Gramado cobriram a viagem com exclusividade.

E no mês que vem acompanhem os Winefreaks em uma nova viagem, agora na Serra Catarinense. Para saber tudo sobre a viagem, com fotos e informações detalhadas e ainda receber dicas e conferir as análises detalhadas de cada um dos 111 vinhos degustados, acesse www.winefreaks.com.br.

 
2 Comentários

Publicado por em 1 de março de 2012 em Bobagens, Dicas, Notícias, Novidades, Técnicas e conceitos

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A saga dos winefreaks – San Rafael parte 2

Dando sequencia a nossa visita a Bodega Alfredo Roca, vamos falar um pouco da degustação a qual fomos conduzidos por Alejandro Roca. Passamos por uma verdadeira Maratona provando rótulos maravilhosos.

Abrimos os serviços com um vinho branco muito interessante. Alfredo Roca Tocai safra 2011. Esta cepa oriunda das regiões norte da Itália pode produzir vinhos muito refrescantes e ótimos para o verão. Este da Bodega Roca de coloração amarelo esverdeado muito claro apresentou nariz discreto com toques cítricos, manga, maracujá e flores. Sua boca confirma o nariz, discreto, acidez balanceada, na verdade baixa, mas com um final de boca bem agradável. Apresentou um toque herbáceo bem interessante. Nada excepcional, mas um branco a ser conhecido.

Nosso segundo vinho foi o primeiro time freezing do dia. Alfredo Roca Chardonnay Dedicacion Personal safra 2010. Lindo, amarelo palha com toques dourados já mostrando sua breve passagem por roble americano. Frutas brancas, banana, pêssego, damascos secos, creme de baunilha. Primeiro momento o carvalho ainda estava saliente demais mas após alguns minutos de aeração seus aromas primários vieram a tona. Lindo. Na boca só melhorou, grande untuosidade mas muito bem balanceada com sua veia ácida, volumoso, rico, grande final de boca. Este deve ser degustado por todos que admiram um belo branco.

Alfredo Roca Merlot Rose safra 2011. Já conhecia esta vinho das safras 2009 e 2010, mas confesso que não me impressionava muito. Esta safra 2011 veio com uma proposta completamente diferente. A sensação é que estávamos degustando um verdadeiro Provence Rose. Sua cor esmaecida, casca de cebola já indicava um vinho bem vinificado. Nariz com aromas muito sutis de pétalas de rosas, frutas vermelhas e um toque de cassis. Na boca perfeito, frescor, jovialidade, leve amargor no final de boca tão esperado, muito bom, excelente surpresa. Arrisco-me a dizer que foi um dos melhores roses sul americanos que degustei nos últimos tempos.

Alfredo Roca Merlot safra 2010. Chegamos aos tintos, iniciamos com um vinho de médio corpo da linha intermediária Roca. Um merlot varietal bem típico com toques de frutas negras, mentolado e final aromas levemente defumados. Na boca justo, não impressionou o grupo mas não apresentou nenhum defeito. Um merlot para se degustar sem grandes pretenções. Um tinto para a hora do almoço.

Alfredo Roca Syrah safra 2010. Aqui chegamos num belo exemplar, não e um vinho de alta gama mas apresentou grande tipicidade de aromas e boca. Aromas de ameixas negras cozidas e um toque de carvalho e mentol. Na boca impressionou, complexo, volumoso, um tinto para se tomar com um belo entrecot gorduroso.

Alfredo Roca Pinot Noir Reserva de Família safra 2008. Aqui tivemos nosso segundo time freezing, grande vinho, aromas de arándanos, frutas vermelhas, pétalas de rosas, um lindo Pinot Noir da Argentina, bela acidez, nada daqueles Pinots carregados provenientes da Argentina  que degustamos algumas vezes. Sua passagem pelo roble apenas enalteceu suas virtudes, não mascarou em nada suas características primárias. Um excelente Pinot Noir.

Alfredo Roca Cabernet Sauvignon Dedication Personal safra 2010. Bom tinto mas nada impressionante, aromas mentolados, toques herbáceos e pouco intenso. Na boca um vinho quente, robusto com taninos bem balanceados. Final de boca não muito longo, mas agradável. Ótimo para se tomar com uma carne assada.

Alfredo Roca Tempranillo Reserva de Familia safra 2009. Excelente tinto, violáceo em sua cor, média intensidade, nariz animal, estava reduzido logo que foi servido mas após alguns minutos abriu-se para revelar-se com um belo nariz, toques de couro e notas licorosas de complexidade. Na boca típico, taninos macios com um final de boca muito marcante. Incrível como os tempranillos argentinos estão se revelando belos vinhos.

Alfredo Roca Reserva de Família Malbec safra 2009. Que belo Malbec, roubou a atenção do grupo logo que foi servido, não adianta, mesmo que estejam aparecendo outras castas a Malbec não perde seu trono. Sua boca macia, aveludada, taninos domados, mas ainda sim sem se tornar pesada e insonsa. Este exemplar realmente se mostrou grande. Um belíssimo malbec de grande relação custo/qualidade.

Preciado 2001. Este vinho foi criado em homenagem a Alfredo Roca por seus filhos, em segredo. Um corte utilizando-se somente as melhores castas das melhores parcelas nas safras especiais. 2001, 2004 e 2006. O lançamento aconteceu em um evento em Buenos Aires onde Alfredo Roca ia ser homenageado e neste momento seus filhos trouxeram a garrafa para a cerimônia em surpresa. O resto é história.

AlejandroRoca e a estrela do dia...

Um corte 50% Malbec / 30% Syrah / 20% Cabernet Sauvignon. Apesar deste vinho já ter uma história linda e falar por si só, estava perfeito na taça, toques granadas de evolução, incríveis aromas de frutas vermelhas cozidas, geléias e licores. Na boca era pura complexidade, apesar de estar pronto para ser bebido ainda pode amadurer um bom tempo em garrafa. Incrível, sem dúvidas o “time freezing” do dia. Valeu a visita.

Terminamos a degustação no restaurante La Fusta com um dos melhores lomos, entrecotes e choriços da viagem, simplesmente perfeito, tudo acompanhado de um excelente Pinot Noir Reserva de Família safra 2006.

Que dia…

 
 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A saga dos winefreaks – San Rafael parte 1

Seguindo nossa viagem chegamos ontem a noite na cidade de San Rafael, mais ou menos 240 Km ao sul de Mendoza, uma cidade extremamente pitoresca com ar de cidade praiana a 700 mts de altitude. Uma avenida principal, Av. Mitre,  corta a cidade de lado a lado recheada de bares a restaurantes com todos sentados nas mesas a rua. Por incrível que pareça é uma das poucas cidades Argentinas que visitamos que a gastronomia não gira em torno das carnes e assados, grande parte dos restaurantes oferecem massas, pizzas e principalmente tapas, mas nem por isso deixando a desejar.

Ficamos hospedados em um apart hotel boutique chamado Tierra Mora que apesar dos quartos estarem próximos a uma piscina bacana em nada lembram um boutique hotel, na verdade, perto de nossos hotéis desta categoria em Gramado e Canela faria muito feio. Para se dormir uma noite ou duas tranquilo, mas nada mais.

Falando um pouco de vinhos e vinhedos San Rafael oferece uma gama grande de possibilidades de visitas a Bodegas, são mais de 90 nesta regiao, desde bodegas pequenas e familiares produzindo vinhos de classe e a granel até grandes vinícolas com uma estrutura turística bem armada. Os vinhedos estão localizados a uma altitude média de 700 a 800 m, com uma variedade grande de cepas, Pinot Grigio, Tocai, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Chenin nas brancas e Merlot, Cabernet Sauvignon, Malbec, Bonarda, Sangiovese, Tempranillo, Syrah nas tintas, entre outras.

Nossa visita nesta região foi focada em uma bodega com um nome forte em San Rafael e que já conhecíamos os vinhos no Brasil, Alfredo Roca, contudo, não imaginávamos o que nos aguardava ao longo do dia.

A vinícola é comandada por seu presidente e enólogo (hoje aposentado desta função) Alfredo Roca e seu filho e duas filhas, Alejandro Roca, vice-presidente e enólogo ativo, Carolina e Graziela Roca que cuidam do setor administrativo e comercial. Alfredo Roca comprou uma propriedade de 100 anos e a transformou no que é hoje uma empresa sólida e que faz um trabalho muito respeitável. O prédio é construído com Adobe ( uma pedra da região) com paredes duplas de mais de 70 cm cada. Mesmo com uma temperatura externa de 35ºC naquele dia dentro estava muito fresco.

 

A Bodega possui dois vinhedos principais, La Perseverancia e Santa Hermínia, praticamente 100% de seus vinhos são de vinhedos próprios. Foi a primeira Bodega a se aventurar com a cepa Pinot Noir na região com resultados impressionantes. Algumas de suas vinhas que vimos nos vinhedos chegavam a ter 70 a 80 anos de idade, com algumas até mais velhas.

Enzo, Alejandro e Cristiano em um dos talhões da Finca.

Outro dado que fiquei muito surpreso, apenas 10 a 15% de seus vinhedos são enxertos, todo restante plantas pé franco. São em torno de 800.000 garrafas produzidas por ano sendo 60% de sua produção direcionada ao mercado externo ( O Brasil é seu principal mercado). A bodega trabalha com barricas de carvalho novas, sendo a grande parte carvalho americano e também com pilhetas de concreto revestidas de 18.000 litros cada com placas de resfriamento internas.

Fomos recepcionados pelo vice presidente Alejandro, um rapaz com seus 37 anos de idade que hoje toca a empresa lado a lado com seu pai. A simplicidade e simpatia de Alejandro nos deixou de queixo caido, apesar de seu cargo na empresa fez questão de nos acompanhar durante todo o percurso. Nos conduziu por uma passeio pela bodega, vinhedos, uma degustação fora do padrão usual e um almoço incrível. Recomendamos muito um passeio por esta Bodega aqueles que se aventurarem por estas bandas.

No Brasil os vinhos Alfredo Roca são trazidos pela importadora Casa Flora / Porto a Porto com praticamente toda sua linha.

Alejandro Roca e seu Preciado!!!

Em retribuição à acolhida convidamos a Familia Roca para uma visita à Região das Hortênsias e lhe entregamos um kit com informações sobre a cidade de Canela e seus principais atrativos.

Jonas e Enzo entregando kit de Canela à Alejandro Roca.

No próxima blog estaremos postando nossas impressões dos vinhos degustados hoje ao longo do dia.

Grande abraço

Winefreaks.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 27 de janeiro de 2012 em Bobagens, Dicas, Notícias, Novidades, Sem categoria

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

Regiões Vinícolas da Argentina – Mendoza

Imagine uma região que reúne bodegas tradicionais e centenárias, algumas ainda artesanais e outras com o que há de mais avaçado em termo de tecnologia no mundo em uma pequena faixa de terra seca, circundada pela Cordilheira dos Andes  Assim é Mendoza, província responsável pela produção de 70% dos vinhos e das vinícolas argentinas, onde é possível degustar e comprar alguns dos melhores e mais acessíveis vinhos do planeta.

A província tem 150 mil metros quadrados de uvas plantadas e cerca de 1.200 bodegas. É para realemente se embriagar! Mendoza produz os mais variados tipos de uva: malbec, merlot, cabernet sauvignon, pinot noir, sirah, entre ourtras que foram trazidas da França há séculos.

De norte a sul, existem cinco principais zonas, cada uma com suas sub-regiões, que possuem microclimas bastante distintos, dando oriegm a vinhos bastante diversos. As regiões de Mendoza são:

  • Norte: Las Heras e Lavalle
  • Leste: San Martin, Junin, Rivadavia, Santa Rosa e La Paz
  • Centro: Lujan de Cuyo, Maipu, Godoy Cruz e Guayamallém
  • Vale de Uco: Tupungato, Tunuyán e São Carlos
  • Sul: San Rafael e General Alvear.

Nos próximos posts vamos detalhar cada uma das regiões e seus ícones.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22 de setembro de 2011 em Dicas

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  •  
    %d blogueiros gostam disto: