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Arquivo da tag: Vinhos da Nova Zelândia

Glasnevin Gravels Riesling 2008 – Craggy Range – Nova Zelândia – Hawke’s Bay

Antes da ficha técnica, algumas informações que julgo relevantes antes da prova efetiva desse vinho que ocorrerá na próxima quarta no Encontro da Nova Zelândia dos Winefreaks: Esse  vinho busca inspiração nos grandes Rieslings da Alemanha, por isso deve ser muito rico aromaticamente. Na boca, o alto açúcar residual (32g/L) deve ter bom balanço com a acidez vibrante dessa casta. Agora, a ficha:

REGIÃO: North Canterbury – Waipara – Vinhedo específico Glasnevin Gravels.

COMPOSIÇÃO DE CASTAS: 100% Riesling

GRADUAÇÃO ALCOÓLICA: 10° GL, com 32g/L de açúcares residuais.

CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS: Clima semi-marítimo, fortemente influenciado pela proximidade dos Alpes e pelas brisas frias que sopram da Baía de Pégasus.

CARACTERÍSTICAS DO SOLO: Solos pedregosos, com ótima drenagem, constituídos de uma fina camada (200-350mm) de silte argiloso. Subsolo de cascalho arenoso.

ELABORAÇÃO: A colheita das uvas é realizada de forma manual, com desengace total e rendimentos finais de 45 hl/ha. Fermentação a baixas temperaturas em tanques de inox, com inoculação de leveduras selecionadas. Clarificação, filtração e engarrafamento.

AMADURECIMENTO: 4 meses em tanques de inox sobre as lias finas.

ESTIMATIVA DE GUARDA: 6 anos.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS: Palha cristalino, com laivos verdeais. Vibrante aroma de lima madura, sublinhada pelo perfume de flor de laranjeira, jasmim e gengibre. A boca revela apaixonante equilíbrio entre os açúcares residuais e a maravilhosa acidez mineral, com leve toque etéreo.

CARTA DE VINHO SINTÉTICA: Vibrante aroma de lima madura, sublinhada pelo perfume floral e de gengibre. Untuoso, com transbordante frescor e longo final.

DIRETRIZES ENOGASTRONÔMICAS: Sushi e sashimi; Salada de frango marinado com gengibre e óleo de gergelim torrado; Sopa de crustáceos e frutos do mar; Camarões à tailandesa.

TEMPERATURA DE SERVIÇO: 10°C.

PREMIAÇÃO MAIS RELEVANTE: ROBERT PARKER: 91 Pontos

Preço Médio: R$ 115,00

Notas e impressões dos Winefreaks na semana que vem, após a prova.

 
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Publicado por em 8 de novembro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Felton Road Pinot Noir Cornish Point 2009: O Vinho Mestre da Nova Zelândia no próximo encontro dos Winefreaks

Como deve ser de conhecimento dos leitores do Blog, o tema do mês dos Winefreaks é a Nova Zelândia e, em todos os encontros temos aquele vinho que é o ícone da noite, o expoente. Nada melhor portanto que um dos novos e mais cultuados Pinot Noirs de vinhedo único da Vinícola Felton Road.

O Cornish Point é um vinhedo de exposição norte – o primeiro a ser colhido em Felton Road. Combina taninos abundantes, mas incrivelmente sedosos, com exuberantes notas de frutas negras. Com algum tempo em garrafa, o Pinot Noir de Cornish promete ficar muito complexo e cativante, com ainda mais finesse. Robert Parker, que classificou a safra 2009 com 93 pontos, falou o seguinte do vinho como “muito equilibrado – simplesmente fresco e delicioso”. Uma verdadeira raridade… de minúscula produção.

Produtor: Felton Road
País: Nova Zelândia
Região: Nova Zelândia
Safra: 2009
Tipo: Tinto
Volume: 750 ml
Uva: 100% Pinot Noir
Vinhedos: Uvas provenientes de um vinhedo único denominado Cornish Point, localizado em Bannockburn, Otago Central.
Vinificação: Tradicional com longa maceração para extração de tanino e cor.
Maturação: 11 meses em carvalho francês.
Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC
Teor Alcoólico: 14,5%
Corpo: —
Sugestão de Guarda: Mais de 10 anos
Combinações: Ótima companhia para pratos elaborados com pato e carnes em geral.

Avaliações:

Stephen Tanzer’s International Wine Cellar – 91 pontos

Decanter – 5 estrelas

Wine Enthusiast – 91 pontos

Wine Spectator – 91 pontos

 
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Publicado por em 7 de novembro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Vinhos feitos com a uva Pinot Noir: Com o que combinam???

Aproveitando que estamos no mês da Nova Zelândia aqui no blog dos Winefreaks vamos tratar da harmonização de uma das uvas emblemáticas desse país – a Pinot Noir – que encontra em algumas das regiões desse território um dos poucos terroirs que conseguem produzir vinhos realmente bons além da Borgonha.

Pinot Noir: eita uvinha complicada!!!!

Os vinhos feitos dessa uva são objeto de discussões acaloradas entre os entusiastas do vinho, por produzir vinhos incivelmente elegantes e muito delicados nos aromas e sabores nos bons casos e, nos casos ruins produzir vinhos completamente sem graça. Além disso, em geral tem um custo elevado, mesmo nos casos de rótulos duvidosos.

Considerando que teremos bons representantes entre os neozelandeses, vou buscar auxiliar o nosso Chef Guilherme Sperry (que será novamente o responsável pelo menu confiança da noite) na busca de algumas harmonizações interessantes.

Nas entradas:

Nessa parte é bem tranquilo…os vinhos de Pinot Nois combinam extremamente bem com quase todos os embitidos, com os queijos amarelos não muito fortes além das azeitonas e do foie gras.

Nas Saladas:

O Pinot Noir é um dos poucos vinhos que consegue combinar bem com espinafre (de toda forma, melhor tê-lo como ingrediente e não como o principal – acrescentar manteiga e/ou parmesão ajuda bastante dando mais equilíbrio. Evitar saladas com muito tempero e dosar bem o vinagre é essencial.

Nos Pratos Principais:

Salmão, Pato, Cordeiro, Porco, Carnes bovinas leves e sobretudo aves de caça combinam muito bem com a Pinot Noir, mas cuidado com o tempero e os molhos muito elaborados… o Coq-au-Vin (frango cozido ao vinho – prato típico da Borgonha) casa como uma luva com vinhos dessa casta.  Gosto muito também com um Boeuf a bourguignon…mas só no caso de vinhos realmente bons!!!!

Pato e Pinot Noir...uma combinação incrível!!!

Para os amigos de minas e do Centro-Oeste, uma Galinha com Pequi é ótima pedida. Para quem está na Serra, é perfeito para companhar os fondue de carne e queijo.

Fondue e Pinot Noir...combina e muito!!!!

Agora é só testar as opções e nos relatar aqui no blog….Bom apetite!!!!

 
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Publicado por em 3 de novembro de 2011 em Dicas, Notícias, Técnicas e conceitos

 

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Craggy Range Le Sol 2007 – “O” Syrah da Nova Zelândia!!!

Na busca de vinhos da Nova Zelândia que possam surpreender o paladar dos já exigentes Winefreaks, encontrei o Le Sol, Top da vinícola Craggy Range –  Nova Zelândia, que , pelo que tenho ouvido de diversos especialistas promete dar (muito) trabalho aos grandes ícones da casta Syrah pelo mundo.

Uma das vistas da espetacular Vinícola Craggy Range - Nova Zelândia

Conforme post já publicado na semana passada, o Craggy Range é atualmente o melhor produtor da Nova Zelândia para o guru Robert Parker – o que já é muito…mas ele é também o segundo melhor para a Wine Spectator (o que realmente tem que ser levado em conta) e o melhor para a Wine & Spirits.
Somente para saber um pouquinho mais, a vinícola é resultado da conjugação dos esforços de dois expoentes do vinho do novo mundo. O primeiro é Terry Peabody, é um norte-americano, empresário de sucesso na Austrália no ramo de transportes. A pedido da filha e da esposa resolveu iniciar um projeto para produção de vinhos.

Do outro lado do mundo, em Londres, o viticultor Steve Smith, na primeira tentativa que fez, entrava para o seleto grupo de Masters of Wine (MW). Um ano depois, Smith conheceu Terry, que então, rodava o mundo em busca do terroir ideal para fincar as raízes do sonho que carregava. A procura começou, como não poderia deixar de ser para um apaixonado por vinhos, pela França. Outros sítios, como o vale do Napa, nos Estados Unidos, e Margaret River, na Austrália, foram tentados. Mas um ou outro motivo impediu o negócio de ser fechado. Até que ambos chegaram à Nova Zelândia…depois de dez anos de trabalho, eis que falamos de uma das maiores vinícolas da Nova Zelândia: a Craggy Range.

Terry Peabody e Steve Smith: os gurus dresponsáveis pelo Le Sol

Lá, os dois fundaram as bases da vinícola. A filosofia era simples: vinhos de vinhedos únicos, busca pela expressão do terroir e a qualidade acima de tudo. A inspiração era clara: a França e os grandes vinhos que o país produz. Mas, claro, com uma pitada de Nova Zelândia. Para isso, foram plantados clones e usadas técnicas francesas, tanto na viticultura quando na enologia. E o resultado veio.

Uma análise nos vinhos da Craggy Range mostra bem o tamanho da influência da França nos rótulos da casa, especialmente nos da linha Prestige Collection. Há desde o estilo bordalês, das margens esquerda e direita, nos vinhos The Quarry e Sophia, respectivamente. A Borgonha está representada com dois vinhos: um chardonnay cuja inspiração é claramente Mersault, o Les Beaux Cailloux, e um pinot noir que poderia muito bem ter saído de Chambertin, tamanha a semelhança: o Aroha. Mas o grande vinho da casa mesmo é puro Rhône, mais precisamente, Hermitage: o Le Sol – um syrah espetacular, luminoso, de qualidade rara.

Craggy Range Le Sol 2007 – Hawke’s Bay, Nova Zelândia

A Nova Zelândia é mais conhecida pelos excelentes sauvignon blancs e pinots que produz. Mas este syrah, feito com nítida inspiração francesa, é quase um hermitage e rivaliza com os melhores do tipo produzidos na vizinha Austrália e no mundo. Nariz de riqueza ímpar, com notas de fruta madura, tomilho, anis, terra queimada e couro. Na boca, é espetacular. Intenso, suculento, macio, persistente, deixa a boca com um gostinho de torta de amoras. Combina com carnes de caça.

Nova Zelandia – Hawke’s Bay / Gimblett Gravels – 100% Syrah – 14,2% álcool

Importadora : Decanter

Preço: R$ 340,00

Fonte principal de informações:  Wine Report e Blog Vivendo a Vida. 

 
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Publicado por em 26 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias

 

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As estrelas da noite Vinho e Cinema – Gramado – RS

As estrelas da noite Vinho e Cinema - Gramado - RS enfileiradas

 

 
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Publicado por em 25 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias

 

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Vinho e Cinema em perfeita harmonia em Gramado – RS

Na última quinta-feira, 20 de outubro, alguns dos winefreaks participaram de um evento muito interessante organizado pela importadora Porto a Porto, a Casa Flora e a Enoteca San Tao. Nele, o jornalista e especialista em vinhos Marcelo Copello apresentou grandes vinhos de diversas castas e nacionalidades e procurou relacioná-las como estrelas de cinema, além de apresentar um pouco do que já foi produzido sobre vinhos em filmes e documentários.

Da esquerda para direita, o Sommelier e Winefreak Cristiano Ribeiro, o Gerente da Porto a Porto Hugo Sola Jr. e o Palestrante Marcelo Copello.

O jantar temático foi uma forma muito interesante de promover grandes vinhos em um clima muito leve e sem a pompa que um evento padrão de degustação possui.  Fomos recebidos logo no hall de entrada com uma Cava Don Román, feita das uvas Macabeo, ParelladaXarello, com uma bela cor palha com reflexos dourados e o tipo de perlage abundante que tanto me atrai em um bom espumante…aromas de frutas citricas como pêra e abacaxi preparavam-nos para a bela acidez de boca com alguma untuosidade e um final cítrico e frutado com boa persistência.

Enquanto Marcelo mostrava os atores e diretores que estavam envolvidos com o mundo dos vinhos, como Copolla e Gerard Depardieu, recebemos um belo Chardonnay americano, o Ironstone Reserve 2009 – que foi muito bem harmonizado com uma salada de folhas verdes com lascas de Grana Padano aromatizado com ervas de Provance. Podemos realemente enquadrá-lo como um clássico Chardonnay da Califórnia, apresentando aromas minerais extremamente marcantes, além de uma gama de frutas tropicais e um fundo de caramelo e manteiga…realmente me conquistou!!! Na boca mantém aquela untuosidade e o frutado,com ótimo retro-gosto e boa persistência.

Mesclum de verdes com Gran Padano acompanhado de um belo Chardonnay

Daí pra frente só tivemos boas novas…Juntamente com a chegada do segundo prato, um Robalo com crosta crocante de castanhas de cajú, manteiga de alcaparras e um delicioso purê de mandioquinha, recebemos um Pinot Noir da Nova Zelândia muito interessante – o One Tree – 2008 de Central Otago com uma bela cor rubi, muito brilhante, com aroma de frutas vermelhas in natura ( eu e o Jonas encontramos moranguinhos e algo como amoras ainda meio maduras) com um toque muito sutil de ervas e flores. Na boca presentou um corpo condizente com a uva, boa acidez e taninos bem delicados, reforçando sobretudo as frutas no retrogosto. Boa pedida para pratos leves e para o calor que está por vir…

Robalo com crosta de Castanhas e purê de mandioquinha muito bem acompanhado pelos vinhos

Entre os pratos chegou o Chateau Haura – 2005 , um Bordeaux de incrível custo x benefício que não deixa nada a desejar aos vinhos da região muito mais caros…de coloração rubi, deliciosos aroma frutado muito integrado com a madeira tostada no ponto que só os grandes vinhos do velho mundo possuem e um discreto café de fundo. O corte parece ter um toque muito interessante da uva Merlot, resultado mostra claramente a mão do renomado Pierre Dubourdieu, produtor destacado na região de Graves. Na boca tem taninos macios e muito delicados da Cabernet sauvignon e o corpo dado pela Merlot. Retrogosto com acidez muito interessante e fruta. Venceu como o mais elegante da noite…vou comprar algumas garrafas!!! Tem 12,5% de álcool.

A mesa brilhando com as estrelas da Degustação da Porto a Porto e Casa Flora em Gramado-RS

Daí pra frente somente Blockbusters…nada menos que um Marquês de Tomares Reserva – 2005 advindo de belas garrafas Magnun de 1,5 litros…para muitos (não para os winefreaks…) o grande vinho da noite. De cor rubi muito intensa (aquela cor de telha novinha nos refexos…) Seus aromas são complexos e intensos, com muita fruta em compota, especiaria, notas animais (colaboração do Jonas)  e baunilha. Na boca um tijolão!!! Se mostra bastante complexo, com ótimos taninos e reforço das impressões de frutas maduras combinadas com um fundo tostado típico…Possui grande persistência na boca…

Para saber mais: Vinhedos com mais de 25 anos. Produção máxima de 5.000 kg por hectare. Uvas 100% desengaçadas. 30 dias de maceração, com duas remontagens diárias com 1 hora de duração cada. Estágio de 24 meses em barricas de carvalho americano, com trasfegas a cada 6 meses. Descanço de 24 meses na garrafa (mínimo) antes da comercialização. Tempranillo (85%), Mazuelo (10%), Graciano (5%) Malbec

Todos os vinhos tranquilos da noite juntamente com o Filé com Risoto de Funghy Porcinni

O último tinto tranquilo foi o nervoso Cadus 2007 – somente o preferido de Parker entre os vinhos argentinos – direto de Luján de Cuyo – Mendoza, o vinho da uva Malbec, que espera 24 meses em barricas novas de carvalho françês não decepcionou os mais de 30 empresários presentes. De cor rubi mais que intenso com reflexos violáceos, aromas muito encorpados de frutas escuras, com baunilha e tostados, na boca, uma pancada…muito corpo, frutas muito maduras num retrogosto incrível, boa acidez, taninos extremamente finos com final harmônico de muuuita persistência…matador!!! Somente 15,5% de alcool…Harmonizou como uma luva com o Tournedor de filé com risoto de funghy porcinni…

Esse carrinho eu queria todo dia lá em casa!!!!

Pra fechar…e olha que nós já estávamos nos entregando!!! Um Madeira Justinos 10 anos para acompanhar o brownie diferente de amêndoas folhadas ao sorvete de baunilha negra…Combinação incrível de doçura e mineralidade…recomendo aos novatos e conhecedores!!!

Depois de tantos vinhos e comidas incríveis o gran finale vem com a sobremesa e o Madeira.

Ficam aqui nossos agradecimentos pelo convite ilustrados pela foto do Chef da noite com o Cris…Saúde!!!

 
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Publicado por em 24 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Vinho do dia – Winefreaks – Jackson Marlborough Sauvignon Blanc Branco – Nova Zelândia

Jackson Marlborough Sauvignon Blanc Branco

Safra

2008

Composição

100% Sauvignon Blanc

Características

Corpo Médio
Beber
Sem madeira

Dados Técnicos

Álcool: 13%
Açúcar: 3,5 g/l
Acidez: 7,8 g/l
PH: 3,35

Degustação

Bom corpo, frescor e boa acidez.

Aromas de maracujá, manjericão e especiarias.

Mostra na boca frutas tropicais maduras e pimentão, com um final longo e saboroso.

Harmonização

Este vinho acompanhará pratos de frutos do mar, especialmente mexilhões (como os enormes New Zealand Green Lip Mussels) e pratos vegetarianos em geral.

Este é considerado um ótimo vinho para os Vegans.

Impressões

“Excepcional valor… Que eu saiba, John e Warwick Stichbury produzem o melhor sauvignon blanc de Marlborough consistentemente, e o tem feito desde a primeira safra em 1991. Tem um sabor vibrante de frutas, é muito intenso e de fineza extraordinária. Jackson Estate é, na minha opinião, melhor (que o Cloudy Bay Sauvignon Blanc). E mesmo mais consistente em qualidade.”

TOM STEVENSON, The New Sotheby’s Encyclopedia of Wine

Terroir

As uvas para este vinho vieram de 12 diferentes vinhedos das subregiões de Marlborough: Wairau, Renwick, Omaka e Waihopai.

Elaboração

As uvas de 20 parcelas diferentes foram prensadas separadamente em ambiente anaerobico e estocadas em tanque para sedimentação a frio durante 3 dias a 10ºC.

O mosto resultande foi transferido para tanques de aço inox e inoculado com leveduras neutras para não influenciar a personalidade dos vinhedos.

A fermentação durou em média 3 semanas em baixa temperatura, entre 11º e 13ºC.

Em seguida, os vinhos tiveram os resíduos grossos separados e passaram 2 meses maturando sobre as borras finas antes da filtragem leve para engarrafamento.

Consumo e Guarda

Ideal para ser bebido jovem ou até em 3 anos.

Fonte: Premium Wines www.premiumwines.com.br

 
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Publicado por em 19 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Vinhos da Nova Zelândia – Jackson Estate – Marlborough

Como a Nova Zelândia é o tema Winefreak do mês, vamos apresentar de forma simples e descontraida, as principais regiões vínícolas do país, os principais produtores e seus vinhos…aproveitem conosco, participem e opinem!!!

Vamos iniciar com a principal região vinícola da Nova Zelândia, a Região de Marlborough  na Ilha Sul, JACKSON ESTATE

 

Vista Aérea de Jackson Estate

 

A Vinícola:

Há mais de 160 anos as famílias Jackson e Stichbury cultivam a terra na planície do rio Wairau, em Marlborough. Há três décadas começaram a cultivar uvas e em 1991 fizeram os seus primeiros vinhos.

Trabalham utilizando tecnologia de ponta, respeito à natureza e atenção a cada detalhe, e expressam intensamente em seus vinhos as melhores características regionais.Para Tom Stevenson, comentarista inglês, é o melhor e mais consistente Sauvignon Blanc do país.

Jackson Estate foi fundada em 1991.

Proprietário

John Stichbury

Enólogo

Mike Paterson

Principal Vinho: Jackson Marlborough Sauvignon Blanc 2008

Site: www.jacksonestate.co.nz

História:

Adam Jackson chegou à Nova Zelândia com sua jovem esposa em 1842, vindo da Inglaterra. Desde então cada geração tem cultivado a propriedade conhecida como Jackson Estate no centro da região de Marlborough.

A  árvore que ornamenta os rótulos da vinícola foi plantada por Alice Jackson em 1867 e atualmente tem 42 metros de altura.

A vinícola foi fundada em 1988 por John and Jo Stichbury quando plantaram o vinhedo Homestead. Os primeiros vinhos foram comercializados em 1991 com rótulos de Jackson Estate.

John Stichbury

O Terroir:

Marlborough tem frequentemente o recorde do total de horas de calor e sol da Nova Zelândia.

Localizada na latitude similar oposta entre a Borgonha e Bordeaux, as médias de temperatura do dia são menores que na França, com a estação de maturação se estendendo até abril e com noites frescas colaborando para preservar a acidez das uvas. Essas condições, combinadas com o regime reduzido de chuvas durante a época de crescimento contribui para os sabores únicos dos vinhos Jackson.

Os quatro vinhedos: Homestead, Stonewall, Blue Hills e Somerset

Os Vinhedos:

Jackson Estate possui quatro vinhedos, todos localizados  no coração da região vinícola de Marlborough:

– Homestead – Plantado originalmente com sauvignon blanc, chardonnay, riesling e pinot noir, possui solos que estimulam a mineralidade e as notas herbáceas típicas do estilo dos vinhos Jackson. As videiras são conduzidas para otimizar a insolação e as técnicas de poda e raleio garantem baixos rendimentos de frutas de alta qualidade.

– Stonewall – Este vinhedo está localizado na Gifford`s Road, uma continuação da Jackson Road perto do rio Wairau. As videiras de sauvignon blanc são podadas em duas guias para reduzir o rendimento e aumentar a concentração de sabor nas uvas. O solo é bastante leve e de boa drenagem, com menos cobertura e mais pedras e areia. O vinho desse vinhedo é tipicamente carregado de aromas de ervas e frutas tropicais maduras.

– Blue Hills – Esse belo vinhedo, localizado ao lado do rio Omaka, produz sauvignon blanc de grande intensidade de sabores frutados, marcada por aromas evidentes de frutas tropicais. A região de Omaka é fria no inverno e muito quente no verão. O vinhedo está plantado em antigo leito de rio e o solo é composto uma camada de grandes seixos sobre base de cascalho e limo. Uma grande represa na propriedade provê irrigação para o vinhedo nesta região bastante seca.

– Somerset – Em 2008 jackson Estate adquiriu seu quarto vinhedo, localizado no lado oeste da Waihopai Valley Road, plantado com pinor noir e sauvignon blanc. Essa sub-região é conhecida por variações extremas de temperatura entre dias muito quentes e noites muito frias, o que maximiza a intensidade e a pureza de sabores na sauvignon blanc. A parcela de pinot noir, com clones da Borgonha, está plantada em argila densa e produz frutos de grande profundidade de sabor, estrutura e concentração. A diferença entre dia e noite traz aos frutos grande maturação física e ajuda a desenvolver os sabores dos taninos. Esses frutos irão contribuir para grande estrutura e equilíbrio dos vinhos Jackson.

Fonte: Premium Wines

 
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Publicado por em 18 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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Os Melhores Vinhos da Nova Zelândia segundo Robert Parker

Já está virando tradição…um dia após o encontro mensal dos Winefreaks já iniciamos as discussões sobre o tema do mês seguinte ( coisa de freak mesmo!!!) …Depois de tratar dos nossos vizinhos argentinos, vamos seguir agora para a longínqua Nova Zelândia, local mais austral na produção de vinhos do planeta e que, apesar de muito recente é reconhecida pelos melhores Pinot Noirs fora da Borgonha além de excelentes Sauvignon Blancs e Chardonnays.
E, pra começarmos com alguma experiência técnica, vou citar novamente o crítico de vinhos Robert Parker e dar os seus posicionamentos sobre os vinhos da Nova Zelândia…Apesar de não ser pródiga em altas notas na avaliação de Parker, entre 2006 e 2008, nada menos que 15 vinhos foram avaliados com 95 ou mais pontos. E o melhor é que praticamente todos estão disponíveis no mercado brasileiro. Vejam a lista em ordem decrescente de pontuação:
Vamos lá:
  • Craggy Range Le Sol 2007 – 96 pontos
  • Vinoptima Estate Noble Late Harvest Gewurztraminer 2007 – 96 pontos
  • Craggy Range Le Sol 2008 – 95 pontos
  • Craggy Range The Quarry 2007 – 95 pontos
  • Craggy Range The Quarry 2008 – 95 pontos
  • Craggy Range Sophia Proprietary Red 2007 – 95 pontos
  • Felton Road Block 5 Pinot Noir 2006 – 95 pontos
  • Felton Road Pinot Noir Block Three 2006 – 95 pontos
  • Kumeu River Coddington 2007 – 95 pontos
  • Kumeu River Mate’s Vineyard 2006 – 95 pontos
  • Pegasus Bay Proprietary White 2007 – 95 pontos
  • Rippon Vineyard Pinot Noir Central Otago 2006 – 95 pontos
  • Te Mata Estate Coleraine Cabernet / Merlot 2007 – 95 pontos
  • Trinity Hill Homage 2006 – 95 pontos
  • Villa Maria Ngakirikiri Vineyard 2007 – 95 pontos

Em breve falaremos mais sobre as características do vinhos da Nova Zelandia, sua história, diferenciais, harmonizações, entre outros.

Um brinde aos vinhos da Nova Zelândia!!!

 
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Publicado por em 13 de outubro de 2011 em Dicas, Notícias, Novidades

 

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